Categoria: Astrobiologia

Titã: o paraíso da química orgânica

Olhando pelo universo, até hoje nenhum corpo celeste nos lembrou do nosso lar, a Terra; pelo menos não como ela é hoje em dia. Contudo, desde a nossa última visita a uma lua gelada nos confins do sistema solar, talvez nós tenhamos vislumbrado uma paisagem que achávamos pertencer apenas ao passado do nosso planeta. Estamos falando do maior satélite de Saturno, Titã.

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Missão Dragonfly: o que podemos explorar em Titã?

Você provavelmente já deve ter ouvido falar nas luas congeladas do Sistema Solar em postagens anteriores. Estas Luas são alvos de diversos estudos astrobiológicos. Inclusive, a maior lua de Saturno – Titã – é considerada um análogo da Terra primitiva devido às suas condições ambientais semelhantes – como o ciclo hidrológico de metano – que permitiriam suportar a formação de moléculas pré-bióticas.

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O que Antártica e Marte têm em comum?

Respondendo à pergunta do título: com certeza mais do que imaginamos! Ambos são locais secos, frios e isolados. E podemos aproveitar esses locais tão perto de nós para estudar ambientes extraterrestres. É o que diversos estudos realizados no Ártico, Antártica, Deserto do Atacama, fontes termais de Yellowstone, entre outros, se propõem. Com o frio de Europa, Encélado e Titã (luas de Júpiter, Saturno e Netuno, respectivamente) e dessecação em Marte, não é à toa que esses lugares extremos estão no topo dos ambientes análogos aos extraterrestres!

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